O Living Colour foi formado em Nova York, em 1984, pelo guitarrista Vernon Reid, músico ligado à cena de jazz experimental. A formação clássica da banda se consolidou em 1986, com Corey Glover nos vocais, Muzz Skillings no baixo e Will Calhoun na bateria. Combinando hard rock, heavy metal, funk, jazz e soul, o quarteto formado por músicos negros desafiou barreiras raciais no rock e incorporou questões sociais e políticas às suas letras.
Após ganhar espaço nos clubes nova-iorquinos e conquistar o apoio de Mick Jagger, a banda lançou Vivid (1988). O álbum apresentou “Cult of Personality”, seu maior clássico, além de “Glamour Boys” e “Open Letter (to a Landlord)”. O sucesso abriu caminho para uma turnê com os Rolling Stones e transformou o Living Colour em um dos nomes mais marcantes da renovação do rock no fim dos anos 1980.
Em Time’s Up (1990), o grupo ampliou sua mistura de estilos, aproximando rock pesado, jazz, hip-hop e funk. Já Stain (1993) trouxe uma sonoridade mais pesada e sombria, com Doug Wimbish substituindo Skillings no baixo. Apesar do reconhecimento artístico, a banda encerrou suas atividades temporariamente em 1995.
O retorno oficial aconteceu em 2000, mantendo a formação com Glover, Reid, Calhoun e Wimbish. Dessa nova fase vieram Collideøscope (2003), marcado por experimentações e reflexões sobre o mundo pós-11 de setembro; The Chair in the Doorway (2009), que retomou a combinação clássica de peso e grooves; e Shade (2017), um trabalho visceral profundamente inspirado pelas raízes do blues.
- Origem:
Álbuns em Destaque
Collideøscope
2003
Stain
1993
Time's Up
1990
Vivid
1988





















